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| Depoimentos |
| Eu desenho na Pandora |
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No começo, eram uns rabiscos, uns traços mais ou menos, uma vontade cravada a força na folha. Às vezes, uma luz, uma sombra... Mas, geralmente, era um "cinzinha", um tom "chocho", "falta gás", já dizia o Ricardo.
E o tempo foi passando, esboços sendo feitos, desenhos acabados, outros rasgados, e redesenhados... É, o que parecia hobby, ou o que eu gostava de fazer quando criança, com tinta , lápis e giz – os desenhos de escola – foi criando perspectivas novas, outras formas, outros caminhos. Uma profissão a seguir!!!!
Essa é a surpresa de quando você abre a caixa da Pandora. Onde são mostradas todas as ferramentas para entrar nesse universo colorido que é o desenho, onde você aprende que em qualquer folha você faz mais que um sol amarelo e com alguns traços a mais, você desenha seu universo.
Abraço à Família PANDORA
- Sergio Campelo é desenhista e projetista industrial, já fez o curso de Desenho Artístico e agora faz História em Quadrinhos
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| Eu desenhei na Pandora |
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A necessidade da alma em expressar as sensações do mundo à sua volta para vencer a angústia da folha em branco na sua frente, já nasce dentro do ser humano. Podemos despertar esse sentimento a qualquer momento, pois antes mesmo de saber da sua existência, ela já estava ali. É uma semente, esperando as primeiras gotas de incentivo para germinar em arte.
Podemos não exercer profissionalmente essa vocação. Fazemos simplesmente pela pura vontade (já não sabemos definir o que é DESEJO e o que é NECESSIDADE). É uma válvula de escape para aliviar o estresse e a pressão que a realidade exerce em nossas vidas. Existem diversas maneiras de se aprender a técnica, e a busca da informação hoje é muito fácil; mas desse modo deixamos de lado o que nos motiva a dedicar tanta energia em coordenar os rabiscos do lápis para ultrapassar a fronteira daquela folha em branco.
Quando procurei uma escola para aprender a desenhar, nunca imaginei encontrar um espaço que me permitisse desenvolver uma bagagem cultural e artística tão rica – foram pesquisas e debates sobre assuntos pertinentes ao trabalho em execução – e nem que eu tivesse a chance de exibir o resultado de tanta dedicação a outras pessoas.
A Pandora nunca se esqueceu de levar em conta essa motivação, pois ela tem consciência de que o que move o lápis sobre o papel não é apenas uma mão, é um ser inteligente e emocional que, independente de seu estilo, deseja aprimorar seu traço vivendo momentos de aprendizado contagiantes e realizadores.
Não é por acaso que, depois de tantos anos, continuo amigo da escola. Ainda tenho interesse em ficar por dentro das novidades e de acompanhar seus eventos. O suporte e apoio que recebo depois de tanto tempo, de forma tão sincera, é algo que nunca encontraria em outra escola. Ela realmente me prende com o sentimento: “ainda faço parte”.
Muita coisa que aplico, como publicitário ou nas histórias do Mendigo S/A, adquiri nesse espaço. E os debates das aulas já me renderam horas e horas de conversa nas mais diversas situações, retransmitindo toda a riqueza artística e cultural adquirida naquela sala de aula. Cultura e educação são valores que carregamos para sempre, e isso ninguém pode tirar de nós.
- Leandro Luccas é ilustrador, publicitário e cartunista. Acompanhe suas tiras em www.mendigo-sa.com.br
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| Meu filho desenha na Pandora |
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Há cinco anos, ele vem fazendo aquilo que mais gosta: desenhar.
Aos três anos de idade, ele fez os seus primeiros rabiscos. O mais marcante foi o "Um Skatista". O desenho expressava um momento de descontração, o mesmo bebia água de côco onde haviam vários coqueiros. A sensibilidade, a preocupação com os detalhes nos surpreendeu e nos levou a procurar uma escola de desenho. Foi quando conhecemos a Pandora e aos poucos o Emanuel foi desenvolvendo a arte de desenhar.
Além disso, consideramos que os projetos culturais são bastantes diversificados e nós acabamos nos envolvendo com os assuntos como, por exemplo, "Hiroshima e Nagasaki", "Santos Dumont", "Hannah Barbera" e "Os Cem Anos da Imigração Japonesa no Brasil", entre outros.
Entendemos que esses projetos valorizam e estimulam o aluno a fazer o melhor de si. Acreditamos que o seu bom desempenho está ligado à liberdade de expressão que a Pandora propõe. Certamente foi a melhor coisa que fizemos para o nosso filho, pois as atividades extracurriculares o ajudarão futuramente.
- Samuel Antunes do Prado, pai de Emanuel, 9 anos
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