Desliga a Tv e vá ler um… Mangá!

Pode não parecer, mas mangá também ensina.
“Como assim, Gabriele??? Que raio de afirmação é esta???”, você deve estar pensando agora. Mas pare e pense um pouco: quem lê mangá sempre se identifica com algum personagem da história; seja ele protagonista, vilão ou coadjuvante. E sem querer vai tomar decisões e raciocinar como se ela própria fosse o personagem. Não, não é uma paranóia ou qualquer coisa de Freud, é uma realidade que já constatei com vários amigos e entre meus alunos. ^_^

Um exemplo é o mangá “Bakuman”: Ele fala sobre um jovem colegial (Mashiro) que aprendeu com seu falecido tio que ser mangaká* não é fácil. Mesmo tendo um talento nato para desenho, ele ainda não se sente seguro em tentar uma chance como seu tio tentou – e conseguiu.
Mas diante das “chantagens” de seu colega de sala(Takagi), Mashiro aceita a contragosto as propostas que ele oferece – Takagi até usa a amada secreta(Azuki) do jovem coitado para conseguir seu objetivo! – e resolve desenhar o roteiro, com intenção de fazer um anime* de sucesso!
E é assim que a jornada de mangaká do Mashiro, de roteirista do Takagi e de dubladora da Azuki começa…

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Percebeu? mangá não é só poderes absurdos e brilhos cegantes, também é a realidade! E a partir de agora, estarei recomendando mangás legais e com conteúdo (ou alguns mais fantasiosos que dá pra ler sem ficar irritado…).

Bonanças! E Vai pela sombra! XP

Dá uma lida. Mas a tradução está em inglês… =P

*Mangaká: Nome que se dá a profissão de desenhista e quadrinhista de mangá.

*Anime: Abreviação dada aos desenhos animados produzidos a partir de um mangá de grande sucesso.

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